Luz azul, a luz visível e seus danos a nossa saúde

A radiação emitida por lâmpadas artificiais, tela de computadores, tablets e smartphones é conhecida como luz azul.

O principal dano relacionado ao seu uso excessivo é o surgimento de manchas, devido à hiperpigmentação e ao aumento de reações oxidativas.

Publicação do Photochemistry and Photobiology, da sociedade Americana de Fotobiologia, a radiação UVA (sol) responde por cerca de 67% da produção de radicais livres pelo organismo, responsáveis pelo envelhecimento, já a luz visível gera 33%, menor mas suficiente para causar manchas e alterações no DNA da célula.

Pesquisas demonstram que 8h de exposição à luz visível equivalem a apenas 1 minuto e 20 segundos da radiação UVA em um dia ensolarado. A diferença é grande, porém….

O problema é que passamos mais hora a frente de tablets, celulares e TVs que tomando sol hoje em dia, ou seja estes danos são acumulativos.

Os filtros solares comuns não protegem contra a luz visível, novos cosméticos estão chegando para defender a pele contra a luz visível.

O corpo humano é muito afetado pela luz que chega às retinas. E não está preparado para esse excesso de claridade artificial que prossegue depois de anoitecer. Assim, o ciclo diário do corpo acaba desregulado, prejudicando, entre outras funções, o sono.

A luz artificial que atinge a retina entre o anoitecer e o amanhecer exerce efeitos fisiológicos por meio da visão. Inibe substâncias necessárias para promover o sono, ativa neurônios e cria uma excitação que suprime o lançamento noturno da melatonina, hormônio responsável por produzir o sono.

A luz artificial é uma grande inimiga do sono, já que o cérebro não sabe diferenciar a luz artificial da natural. “A nossa espécie fica em repouso quando está escuro. Como é que o corpo sabe se está escuro ou não? O olho que tem que fazer a distinção. O cérebro não diferencia a luz artificial da natural. Se fico acordado e exposto à luz, o cérebro interpreta que é dia e que não é preciso dormir. Isso gera uma série de alterações no organismo, e uma das consequências é a redução da duração do horário em que dormimos. Isso acarreta problemas sérios de saúde.

 

Deixe uma resposta